Resumo
Os quatro Lordes que encontraram as almas, a família de Gwyn e os deuses que os humanos aprenderam a adorar.
Os quatro Lordes
Quando a Primeira Chama surgiu, quatro seres encontraram nela as almas de Lorde: Gwyn, o Senhor da Luz Solar; a Bruxa de Izalith e suas filhas; Nito, o primeiro dos mortos; e o Pigmeu Furtivo, quase esquecido.
Com esse poder, três deles foram à guerra contra os dragões eternos, ajudados por Seath, um dragão sem escamas que traiu a própria espécie. O Pigmeu Furtivo ficou de fora: sua alma deu origem à Alma Sombria, a herança dos humanos.
A família de Gwyn
Em Anor Londo viviam Gwyn e sua família. O primogênito, um deus da guerra, foi expulso e teve o nome apagado da história; seu lugar entre as estátuas da cidade está vazio. Gwynevere, a princesa da luz solar, foi embora com o deus do fogo, Flann, e Gwyndolin, o filho caçula, ficou para guardar a cidade.
Lloyd, tio de Gwyn, era adorado como deus da lei; McLoyf, como deus da medicina e da bebida. Os rostos dos dois aparecem nas moedas de ouro e de cobre dos humanos.
Depois que Gwyn ligou o fogo, quase todos os deuses deixaram Anor Londo.
Os quatro cavaleiros
Gwyn tinha quatro cavaleiros de confiança: Ornstein, o matador de dragões e capitão; Artorias, o caminhante do Abismo; Ciaran, a lâmina do lorde; e Gough, o olho de falcão. Só Ornstein aparece no jogo base; os outros três estão na DLC.
Velka e o pecado
Velka, a deusa do pecado, guarda a lista de quem desrespeitou os deuses ou os pactos. Ela emprega perdoadores, como Oswald de Carim, que ouvem confissões e oferecem absolvição. Os homens-corvo do Mundo da Pintura de Ariamis são seguidores transformados pela devoção a ela.
Os ferreiros divinos
Um deus ferreiro sem nome forjou as armas dos deuses. Quando morreu, as placas de titanita que ele deixou deram origem aos Demônios de Titanita. Andre também fala de um ferreiro divino do Caminho Branco que estaria no Jardim da Raiz Negra; lá existe um ferreiro petrificado segurando o Braseiro divino.
O que é um deus em Lordran
Em Dark Souls, deus não é um conceito abstrato. A Fandom define os deuses de Anor Londo como membros reais de uma espécie sem nome, a de Gwyn, o Lorde da Luz Solar, incluindo seus parentes diretos. Eles assumiram o papel de deidades para os humanos, que os adoram principalmente pelo Caminho Branco, a religião humana mais difundida, com Gwyn no centro.
Os itens do jogo confirmam essa relação de culto. O texto oficial de Cura explica que, para conjurar um milagre, o conjurador estuda um conto dos Deuses e roga para ser abençoado por suas revelações. O escudo Sanctus é chamado de lendário escudo do Caminho Branco. Ou seja, todo milagre que você conjura é, na prática, uma história sobre os deuses contada em voz alta.
A Fandom separa ainda um segundo grupo: seres chamados de deuses nas descrições ou adorados por outros, cuja natureza fica incerta. É o caso da deusa Fina ou da deidade ferreira sem nome. Esta página percorre os dois grupos, começando pela origem de tudo.
Uma espécie à parte
A Fandom insiste num ponto: os deuses são uma raça biológica distinta dos humanos, que descendem do Pigmeu Furtivo. Por isso, os filhos de deuses com humanos carregam traços reconhecíveis por gerações. Segundo a wiki, esses traços incluem corpo esguio, membros alongados, pele pálida e feições específicas.
A divisão aparece também na origem das almas. Os deuses vêm de Gwyn, dono de uma das almas de Lorde. Os humanos vêm do Pigmeu, que ficou com a Alma Sombria. O texto oficial do Rito de Acendimento brinca com essa diferença ao notar que é curioso que os humanos não tenham encontrado muito uso para a humanidade até se transformarem em Mortos-vivos. Veja Humanos e O Pigmeu Furtivo.
O sol e as almas de Lorde
Gwyn é o centro de tudo. O texto oficial da Alma de Gwyn, Lorde das Cinzas diz que ele é Lorde da Luz Solar e das Cinzas, que acendeu a Primeira Chama, e que cedeu a maior parte de seu poder aos deuses antes de queimar como cinzas. A Fandom resume a mesma trajetória: ele tomou uma alma de Lorde, conquistou o mundo depois de vencer os dragões e reinou como rei dos deuses, até se sacrificar para ligar a Primeira Chama.
O milagre Lança de luz solar guarda a lembrança da guerra. O texto oficial diz que ele se originou da desvanecente alma de Gwyn e que, na guerra que marcou o alvorecer da Era do Fogo, Gwyn empunhou estes raios de sol, que seguem devastadores mesmo em estado desvanecente.
Os outros Lordes ficaram com almas tão poderosas quanto. O texto da alma de Nito diz que ela foi descoberta no alvorecer da Era do Fogo e que Nito administra a morte de todo tipo de ser. Gwyn ainda dividiu um fragmento da própria alma: o texto do Fragmento cedido de Alma de Lorde conta que ele reconheceu a perspicácia dos Quatro Reis de Nova Londo e lhes deu suas posições e os fragmentos de uma grande alma. Veja As Almas de Lorde.
O primogênito apagado
O filho mais velho de Gwyn é o deus mais misterioso do panteão. O texto oficial do Anel do Primogênito do Sol diz que ele era um Deus da guerra, mas sua estolidez provocou uma perda dos anais e a consequente rescisão de sua condição divina. Hoje, nem mesmo seu nome é conhecido. A Fandom confirma que ele herdou o trono de Gwyn, foi expulso e teve todos os registros apagados, e que Lloyd ocupou o lugar dele.
Antes de partir, ele deixou um presente. O milagre Lâmina da luz solar foi, segundo o texto oficial, deixado no caixão do pai quando o filho mais velho foi despojado de sua condição divina, talvez como um último adeus. Em Anor Londo, a Fandom aponta a ausência na fileira de estátuas: há um espaço vazio onde ficava a estátua do primogênito.
O culto dele sobrevive entre os humanos. O texto da Medalha da Luz Solar diz que o símbolo do sol representa o primogênito do Lorde Gwyn, que perdeu sua condição de deidade, mas o antigo Deus da Guerra ainda vigia atentamente seus guerreiros. O milagre Grande lança elétrica é descrito como a arma do Deus da Guerra, que herdou a luz solar do Lorde Gwyn, mas que não respeitava nada além de armas. Veja Guerreiro da Luz Solar.
Gwynevere e Flann
A filha mais velha de Gwyn é a deusa mais amada. Os textos oficiais de Luz solar reconfortante e Luz solar abundante falam de Gwynevere, a princesa estimada por todos, cujos milagres conferem sua bênção a um grande número de guerreiros, entregues às suas damas de companhia.
Ela já não está em Anor Londo. O texto do Anel da Princesa do Sol diz que a Deusa Gwynevere deixou Anor Londo junto de muitas outras deidades e mais tarde tornou-se a esposa de Flann, Deus das Chamas. A Fandom acrescenta que os dois tiveram vários filhos.
A Gwynevere que você encontra na catedral é uma ilusão criada pelo irmão. Fandom e o texto oficial do Escudo de cavaleiro prateado concordam: os cavaleiros prateados permaneceram para proteger a Deusa ilusória. Veja Anor Londo e a ilusão.
Gwyndolin, o último deus
O filho mais novo é o único deus que ainda vive na cidade. O texto oficial do Anel de devoção da Lua Negra diz que Gwyndolin Sol Negro é o único Deus que permanece em Anor Londo, que seus devotos são poucos, mas suas incumbências possuem vital importância. A alma dele o chama de deus do Sol Negro e guardião da deserta Anor Londo.
A Fandom conta que ele foi criado em segredo como menina, que provavelmente é um híbrido e que, apesar de ser o último deus de Lordran, é visto como uma deidade menor que age nas sombras. É ele quem sustenta a ilusão de Gwynevere.
Os seguidores dele formam a Lâmina da Lua Negra. O texto do milagre Lâmina da Lua Negra diz que o poder dos raios da Lua Negra são manifestados como vingança, e quanto mais forte for o rancor, mais devastador será o ataque. Veja Gwyndolin Sol Negro.
Lloyd, Pai de Todos
Lloyd é o tio de Gwyn, e a Fandom o descreve como deus da lei e das castas. Depois que o primogênito perdeu a condição divina, Lloyd se proclamou Pai de Todos e passou a liderar o Caminho Branco. O texto oficial da Moeda de ouro confirma o culto: ela traz um retrato de Lloyd Pai de Todos e seu halo branco.
O lado mais duro do culto aparece no Talismã de Lloyd. O texto oficial diz que ele era usado pelos cavaleiros clericais de Lloyd para caçar os Mortos-vivos e que, no mundo externo, esses cavaleiros são amplamente elogiados por suas caçadas. Os milagres Força e Restauração são descritos como comuns entre cavaleiros clericais. Veja Lloyd, o Pai de Todos.
Velka, a Deusa do Pecado
A Fandom descreve Velka como a deusa encarregada de definir os pecados e decidir entre punição e perdão, muitas vezes associada a corvos. Os textos oficiais repetem a função. O milagre Justiça Cármica diz que, para cada pecado, há uma punição, e cabe à Deusa Velka determinar o pecado e infligir a punição.
Ela é temida até entre os deuses. O rito Voto de silêncio a chama de deidade maléfica, mas versada em artes tanto novas quanto antigas e considerada altamente influente, mesmo no âmbito dos Deuses. O Livro dos Culpados registra quem desrespeitou os Deuses ou seus pactos, e o Talismã de Velka, curiosamente, conjura com inteligência em vez de fé. Veja Velka, a Deusa do Pecado.
Fina, McLoyf e Flann
Alguns deuses só aparecem em itens. A Deusa Fina é lembrada pelo Anel de benevolência e proteção, que segundo o texto oficial simboliza a benevolência e a proteção da deusa, descrita nas lendas como dotada de uma beleza fatal. A Fandom acrescenta que o amor dela é tão inconstante quanto o tempo, o que combina com um anel que se quebra se você tirá-lo.
O Velhote McLoyf está na Moeda de cobre, que traz sua imagem como deus da medicina e da bebida. A Fandom confirma o título e lembra que Velhote é apelido, não título oficial. Flann, o Deus das Chamas, só aparece como marido de Gwynevere, tanto no anel dela quanto na Fandom. Veja Deusa Fina, Velhote McLoyf e Flann, Deus das Chamas.
A deidade ferreira e a titanita
Os deuses tinham seu próprio ferreiro. O texto oficial da Placa de titanita diz que Placas Lendárias eram domínio dos Deuses e são as heranças de uma deidade ferreira sem nome, que forjou as armas dos outros Deuses. A Fandom repete a informação e nota que não se sabe se ele tinha nome ou culto.
A morte dele gerou monstros. O texto da Titanita demoníaca conta que, quando a deidade ferreira sem nome morreu, grandes monstros surgiram de várias Placas, e que eles andam por Lordran ainda hoje. A Fandom observa que esses demônios de titanita, apesar do nome, não são demônios de verdade. Veja A deidade ferreira sem nome.
A igreja também tinha seus artesãos. O texto do Braseiro divino diz que braseiros divinos são propriedade da igreja e destinados a ferreiros divinos.
O deus que virou baú
Um dos castigos mais estranhos do panteão está nos mímicos. O texto oficial do Símbolo de avareza descreve uma monstruosa cabeça com aspecto de baú de tesouro, outrora um Deus antigo, e diz que ela é o símbolo de vergonha imposto a um clã há muito perdido, exilado pelo pecado da avareza.
A Fandom interpreta a mesma passagem: um deus cometeu o pecado da ganância, foi banido e amaldiçoado, e a cabeça dele virou uma imitação de baú. Ele foi o primeiro mímico, e talvez todo o clã tenha tido o mesmo destino. Usar o símbolo ainda carrega a maldição: o texto avisa que ele aflige o usuário com a maldição dos marcados.
Os aliados dos deuses
Nem todo nome importante de Anor Londo era deus. A Fandom lista os aliados próximos, e os textos oficiais confirmam cada um.
Havel, a Rocha lutou ao lado de Gwyn contra os dragões. O milagre Grande barreira mágica diz que ele era antigo compatriota do Lorde Gwyn e inimigo declarado de Seath. A Fandom lembra que ele é chamado de bispo e fazia parte da fé do Caminho Branco, sem certeza de que tenha sido deificado. Veja Havel, a Rocha.
Seath, o Descamado traiu os dragões e ficou do lado de Gwyn. O texto da Espada grande da luz lunar o chama de pálido dragão branco que traiu os seus e avô da feitiçaria. A Fandom diz que ele recebeu um ducado e se casou com alguém da família de Gwyn, sem ser deificado. Veja Seath e a Biblioteca do Duque.
Os cavaleiros prateados serviam os deuses desde a Era dos Antigos, segundo a Fandom. O texto oficial da Armadura de cavaleiro prateado diz que, quando Gwyn partiu para acender o fogo, os cavaleiros se dividiram e os prateados permaneceram na capital abandonada a serviço da Deusa. Os que foram com Gwyn viraram os cavaleiros negros, reduzidos a cinzas pela chama recém-acendida, segundo o texto da Armadura de cavaleiro negro.
Priscilla, a filha rejeitada
A Fandom descreve Priscilla, a Dragoa Mestiça como odiada pelos deuses e exilada no Mundo da Pintura de Ariamis, escondido em Anor Londo, e a considera provavelmente filha híbrida de Seath. O texto oficial da Adaga de Priscilla confirma o nome e o lugar: ela vive no Mundo da Pintura de Ariamis, e sua adaga, dotada do poder de sorver vidas, surgiu de sua cauda.
A wiki vai além e a aponta como provável mãe de Gwyndolin. A Fandom trata isso como hipótese, e esta página também. Veja O Mundo da Pintura de Ariamis.
Os outros Lordes
Os deuses de Anor Londo não eram os únicos poderosos. A Bruxa de Izalith e suas filhas ficaram com uma alma de Lorde e com o fogo, e a feitiçaria das chamas que você aprende em Lordran descende delas. O texto oficial do Capuz aurinegro fala de Quelana de Izalith, mãe da piromancia e uma das Filhas do Caos. Veja Os demônios.
Nito, o primeiro dos mortos, nunca é chamado de deus, mas a Fandom observa que é seguido de forma quase religiosa. O texto da Dança das Espadas do Lorde das Tumbas diz que Nito repousa nas profundezas da Tumba dos Gigantes, supervisionando silenciosamente todas as mortes. A Fandom acrescenta que os mortos ligados ao clã exilado foram enterrados ali, sob a guarda dele.
Milagres, os contos dos deuses
Os milagres que você usa são a forma mais direta de contato com os deuses. A Fandom descreve o Caminho Branco como a fé que adora os deuses de Anor Londo, e os textos oficiais explicam como isso vira poder. Cura é o mais curto destes contos milagrosos, diz o texto do milagre. Cura avançada é um conto extenso, estudado apenas por indivíduos seletos.
Os contos também mudam com o tempo. O texto de Ira dos Deuses diz que ele era um conto épico que foi se perdendo com o tempo até se tornar a atual Força. Uma história sobre a fúria divina encolheu até virar um empurrão útil para cavaleiros clericais.
Havel também tem os seus. A Fandom lembra que existiam sacerdotes de Havel e milagres que relembram seus feitos, e os textos oficiais confirmam: Barreira mágica e Grande barreira mágica são chamados de milagres do Bispo Havel, a Rocha, feitos para quem precisa enfrentar a magia que ele contrapunha com tamanha proficiência.
Nem todo milagre é do Caminho Branco. O texto de Emitir força o chama de milagre de terras distantes, exótico ao Caminho Branco, e Sereno Caminhar da Paz também é descrito como ádvena ao Caminho Branco. A fé dos deuses de Anor Londo é a mais difundida, como diz a Fandom, mas não a única.
A guerra que fez os deuses
Os deuses conquistaram o mundo numa guerra. A Fandom diz que Gwyn reinou como rei dos deuses depois de derrotar os dragões eternos, com Seath ao seu lado e Havel como companheiro de campo de batalha. O texto oficial da Lança de luz solar situa essa guerra no alvorecer da Era do Fogo.
A luz do sol era a arma preferida contra os dragões. O texto da Lâmina da luz solar diz que o poder da luz solar, manifestado como raios, é bastante eficaz contra dragões. A Lança do Matador de Dragões, nascida da alma de Ornstein, também causa dano elétrico e é eficaz contra dragões, segundo o texto oficial.
A vitória custou caro e deixou marcas no panteão. Seath virou duque, Havel virou inimigo dele, e os dragões sumiram quase por completo. Veja Dragões e o Lago das Cinzas e Os Quatro Cavaleiros de Gwyn.
A igreja e os Mortos-vivos
Para os humanos, a religião dos deuses tem um lado de caça. A Fandom aponta Lloyd como líder do Caminho Branco na época do jogo, e o texto oficial do Talismã de Lloyd mostra o que isso significa: os cavaleiros clericais de Lloyd caçam Mortos-vivos e bloqueiam a recuperação de Estus deles.
Até as forjas servem a isso. O texto do Braseiro divino diz que armas divinas servem para caçar Mortos-vivos e devem ser usadas contra Mortos-vivos e os fantoches dos necromantes. A Marca Negra, no texto oficial, indica a maldição dos Mortos-vivos, que um dia irão à loucura e se tornarão Vazios.
O texto do Sanctus reforça o laço entre igreja e Mortos-vivos: o escudo lendário do Caminho Branco foi conferido há muito tempo a um paladino Morto-vivo, e outrora era abençoado pela proteção de uma alva chama. Hoje, seu poder vanesceu e concede apenas uma leve recuperação de PV.
O contraste é forte. A mesma religião que manda caçar Mortos-vivos no mundo exterior precisa de um Morto-vivo escolhido para suceder Gwyn em Lordran. Veja Os mortos-vivos de Lordran.
Os juízes dos pecados
Dois deuses cuidam de quem quebra as regras. A Fandom diz que Velka define os pecados e decide entre punição e perdão, e que Gwyndolin comanda a Lâmina da Lua Negra. Os textos oficiais ligam os dois. O Livro dos Culpados é gerenciado por Velka e lista quem um dia enfrentará a ira das Lâminas da Lua Negra.
O Formulário de acusação, vendido pelo bispo de Velka, serve para denunciar um invasor que matou você. O texto diz que o acusado será adicionado a uma lista de almas azaradas. Velka julga, Gwyndolin executa. O texto de Voto de silêncio ainda a chama de bruxa das madeixas negras, um título que se repete em Justiça Cármica e mostra como ela era vista pelos próprios fiéis.
O que os deuses deixaram para trás
Quando você chega a Lordran, o panteão já se dispersou. O texto do anel de Gwynevere diz que ela partiu junto de muitas outras deidades. O primogênito foi apagado. Gwyn virou cinzas na Fornalha. Só Gwyndolin sustenta a cidade, com uma ilusão no lugar da irmã e cavaleiros prateados guardando um trono vazio.
Mesmo assim, o poder dos deuses continua funcionando. Os milagres que você aprende são contos sobre eles. As moedas humanas trazem o rosto de Lloyd e de McLoyf, e o texto oficial lembra que até moedas de grande valor no mundo dos homens pouco valem em Lordran, onde almas são a moeda aceita.
E a Urna do Lorde, segundo o texto oficial, é concedida ao Morto-vivo escolhido destinado a suceder o Lorde Gwyn. Os deuses que restam precisam de você para manter a era deles de pé. Veja O Morto-vivo Escolhido.
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Fontes e leituras








