Resumo
A terra de magia que acordou um homem antigo e foi engolida pela própria ganância.
A terra da magia
Oolacile era famosa pela magia de luz e ilusão. Seu povo dominava feitiços de luz e ilusão, como o Camaleão, que a própria Dusk ensina. A princesa Dusk era uma feiticeira poderosa e conhecida por ser generosa.
Ao lado dela vivia Elizabeth, um cogumelo gigante que cuidava da princesa desde sempre e guarda o santuário. Ela é a primeira a explicar o que deu errado.
O homem antigo
Contém revelações de Artorias of the Abyss — toque para mostrar
Os habitantes de Oolacile encontraram o túmulo de um humano antigo e, por ganância, tiraram dele a alma que ainda vivia. O homem era Manus. Desperto, ele ficou furioso, e a humanidade descontrolada dele se tornou o Abismo.
O Abismo transformou o povo de Oolacile em criaturas deformadas, os Moradores de Oolacile, que agora andam pela cidade com luzes roubadas. A princesa Dusk foi levada para a Voragem.
Os quatro cavaleiros em Oolacile
Contém revelações de Artorias of the Abyss — toque para mostrar
Artorias, o Caminhante do Abismo, foi enviado para lutar. Caiu. O Abismo tomou o corpo e o deixou furioso. Antes de cair, ele protegeu seu lobo Sif com o próprio escudo.
Gough Olhos de Falcão, um dos Quatro Cavaleiros, teve os olhos selados pelo povo de Oolacile, que temia o gigante. Ainda assim, ajuda você a derrubar o Dragão Negro Kalameet com o arco gigante.
Ciaran, Lâmina do Lorde, aparece perto do túmulo de Artorias depois da luta e lamenta o amigo. Ela é a única dos quatro que você encontra viva e lúcida.
O viajante do futuro
Chester Magnífico é outro viajante do tempo, puxado para o passado como você. Ele vende itens raros, solta comentários ácidos e pode virar inimigo se você escolher. É a prova de que o Abismo atrai gente de qualquer época.
Ao vencer Manus, você salva Dusk e para o Abismo naquele tempo. A lenda que chegou a Lordran, porém, deu a vitória a Artorias. O DLC mostra que a história oficial é uma lenda gentil, não um fato.
Ecos nos itens
O Anel do pacto de Artorias permite andar no Abismo, e é o que permite enfrentar os Quatro Reis no jogo base.
O Pingente quebrado e o Pingente de prata lembram Manus procurando algo que perdeu.
O Anel de coroa da Sonoite reflete o poder da princesa: aumenta as magias e reduz a vida.
A Armadura de Artorias está rasgada; o braço esquerdo, quebrado, nunca foi consertado.
Reduzida a cinzas
No tempo do jogo base, Oolacile não existe mais. Dusk de Oolacile, a princesa que você liberta do Golem de Cristal na Depressão da Raiz Negra, diz que vem de uma era muito anterior à sua e que a terra dela foi reduzida a cinzas há muito tempo. Desde então, está sozinha.
Os itens chamam Oolacile de "terra perdida". O Braseiro encantado, que ascende uma arma mágica +5 para arma encantada, é descrito como "um vestígio da terra perdida de Oolacile". É por ele, e não por ruínas, que a terra ainda pesa no seu caminho.
Onde ficava
Os rastros de Oolacile se concentram ao redor do Jardim da Raiz Negra. O Braseiro encantado está no Jardim, Dusk aparece na Depressão da Raiz Negra e o túmulo de Artorias fica onde você enfrenta Sif. Tudo indica que a terra perdida ficava nessa região, séculos antes de a floresta crescer sobre ela.
Como se chega lá
A viagem só é possível depois de falar com Dusk. Um Golem de Cristal na Biblioteca do Duque passa a carregar o Pingente quebrado. Com ele no inventário, você volta ao lugar onde libertou a princesa, na Depressão da Raiz Negra, e encontra um portal escuro que o puxa para o passado.
O Pingente quebrado é a "metade de um pingente de pedra quebrado", e "a vinha parece originária de Oolacile". A descrição diz que "homens desta época não podem manipular nem sentir seu poder, que possui um ar distinto que consiste de reverência e nostalgia". É o objeto que Manus nunca deixou de procurar.
Do outro lado, a terra se divide em Jardim do Santuário, Santuário de Oolacile, Bosque Real, Município de Oolacile e, no fim, a Voragem do Abismo, onde Manus espera.
A serpente e o homem primitivo
Em Oolacile, alguém lembra a origem da tragédia: o povo foi enganado por uma serpente cheia de dentes, abriu o túmulo de um homem primitivo e despertou a fúria dele. Quem diz isso não tem pena: a ruína, para ele, foi obra do próprio povo. O jogo não diz qual serpente foi.
A magia da terra perdida
Oolacile era a terra dos feitiços antigos, e os que Dusk ensina mostram como eles eram diferentes. Conjurar luz "não deixa de demonstrar as conquistas de Oolacile em misticismo. Magias como esta não foram desenvolvidas nem mesmo em Vinheim." Arma oculta "ilustra o controle que os feitiços de Oolacile têm sobre a luz". Reparar "fazia parte do dia a dia em Oolacile".
Os catalisadores contam o mesmo: os de Oolacile são feitos de ramos encantados, e os feitiços da terra perdida "não são ofensivos". Era uma magia de luz, disfarce e cotidiano, não de guerra.
O que o Abismo deixou
O lado sombrio dessa magia nasceu da queda. O Orbe negro é um "feitiço abissal descoberto por um feiticeiro de Oolacile à beira da loucura", e os feitiços abissais, diferentes dos feitiços de almas comuns, causam dano físico. A Chama negra foi "descoberta a partir da Escuridão do Abismo por um piromante que vagou por Oolacile".
O próprio povo virou prova disso. A Cabeça intumescida é a "cabeça de um habitante de Oolacile cuja humanidade se descontrolou após ser devorada pela Escuridão de Manus, Pai do Abismo".
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Fontes e leituras









