Resumo
Mulheres que cuidam das fogueiras. Cada uma é a forma física da própria fogueira.
Quem são
As Guardiãs do Fogo cuidam das fogueiras e ajudam os mortos-vivos. A descrição da Alma de Guardiã do Fogo diz que cada uma é a manifestação física da sua fogueira e atrai a humanidade oferecida a ela.
Todas sofrem de algum mal grave. Anastacia não tem língua nem pés; a irmã de Quelaag está muito doente e deformada pela Chama do Caos; a Cavaleira da Lua Negra esconde uma forma terrível sob a armadura.
No jogo
A fogueira de uma Guardiã começa acesa e dá 10 frascos de Estus. Dá para acendê-la mais com o Rito de Acendimento.
Toda Guardiã reforça o Estus com a alma de outra Guardiã.
Se a Guardiã morre ou vai embora, a fogueira apaga: não dá para descansar, subir de nível ou viajar até ela.
Há quatro Almas de Guardiã do Fogo de guardiãs já mortas pelo mundo, além das três vivas.
As três de Dark Souls
Anastacia de Astora, no Santuário do Elo de Fogo.
A irmã de Quelaag, no Domínio de Quelaag.
A Cavaleira da Lua Negra, em Anor Londo.
O que é uma Guardiã do Fogo
Guardiã do Fogo é o nome dado às mulheres que cuidam de uma fogueira e ajudam os mortos-vivos na jornada. A Fandom trata o grupo como um conceito da história que atravessa a série inteira, e a Fextralife descreve cada uma das três de Lordran pela mesma função: ficar ao lado da chama e reforçar o Frasco de Estus de quem passa por ali.
O texto oficial do Frasco de Estus já diz o essencial: os frascos de Estus são ligados às Guardiãs do Fogo. A Fextralife repete a frase na página do frasco, e a Fandom confirma o vínculo na prática, porque só uma Guardiã consegue reforçar o Estus. Não existe fogueira comum, ferreiro ou mercador que faça esse serviço no lugar delas.
A descrição da Alma de Guardiã do Fogo vai mais fundo. Cada Guardiã é a manifestação física da sua fogueira e atrai a humanidade oferecida a ela. As duas wikis citam esse trecho como a melhor definição que o jogo dá. Em outras palavras, a Guardiã não é alguém que vigia o fogo de fora: ela e a fogueira são a mesma coisa vista de dois jeitos.
A fogueira de uma Guardiã
Na prática, a diferença aparece logo no primeiro descanso. Uma fogueira comum dá 5 cargas de Estus. Uma fogueira cuidada por uma Guardiã já começa acesa e dá 10 cargas, sem gastar humanidade nenhuma. A Fextralife e a Fandom registram esse número da mesma forma nas páginas do Frasco de Estus.
O Rito de Acendimento continua valendo nessas fogueiras. Com ele, cada novo acendimento soma mais 5 cargas, até o teto de 20. As duas wikis concordam no teto e lembram que, se outro jogador acender a fogueira da mesma região, você ganha uma carga extra, desde que ainda não esteja com 20.
Isso muda o planejamento da rota. O Santuário do Elo de Fogo, o Domínio de Quelaag e a primeira fogueira de Anor Londo viram pontos de descanso mais fortes que o normal. Veja Fogueiras e Frascos de Estus para os detalhes de cada acendimento.
A alma que reforça o Estus
Toda Guardiã pode reforçar o Frasco de Estus usando a alma de outra Guardiã. É a regra mais repetida nas duas wikis. Cada Alma de Guardiã do Fogo entregue sobe o frasco um nível, e o reforço máximo é +7. Um frasco reforçado guarda Estus mais denso e recupera mais PV por gole, como diz o próprio texto oficial genérico da alma.
A Fandom faz a conta do impacto: um jogador com vinte frascos +7 cura até 10.000 PV a mais, no total, do que um jogador com vinte frascos sem reforço. A Fextralife chega à mesma conclusão por outro caminho, avisando que consumir a alma quase nunca compensa, porque o reforço é permanente e o uso direto é passageiro.
Usar a alma como consumível também é possível. A Fextralife diz que ela restaura todo o PV e dá 5 de humanidade, e a Fandom lista o mesmo uso, ganhar humanidade, no quadro do item. É um desperdício na maioria das rotas, e só faz sentido se você já tem o frasco no máximo ou se está muito apertado de humanidade.
Sete almas e um detalhe cruel
Só existem sete Almas de Guardiã do Fogo em uma partida. A Fandom afirma isso na página do Frasco de Estus, e a Fextralife explica a consequência: para juntar todas as sete numa mesma jornada, você precisaria matar todas as Guardiãs capazes de reforçar o frasco. Ou seja, o +7 não é alcançável numa única partida sem perder quem faria o reforço.
Das sete, quatro são almas de Guardiãs já mortas, espalhadas pelo mapa. As outras três vêm das Guardiãs vivas, quando elas morrem. A alma de Anastacia é um caso à parte, porque sai do corpo do Cavaleiro Lautrec, e não dela. A Fextralife lembra que dá para guardar uma alma no Caixa sem fundo, o que serve para não gastar por engano a alma errada.
A regra de ouro, repetida nas duas wikis, é nunca consumir nem entregar a alma de Anastacia antes de devolvê-la à cela dela. Só essa alma, tirada de Lautrec, traz a Guardiã do Santuário de volta. Se ela for gasta, a fogueira do Santuário do Elo de Fogo fica apagada pelo resto da partida.
Quando uma Guardiã morre
A morte ou a partida de uma Guardiã apaga a fogueira que ela cuidava. A Fandom diz que a fogueira deixa de servir para descansar, subir de nível ou viajar até ela com a Urna do Lorde. A Fextralife confirma o apagão em cada página de personagem, mas registra uma exceção importante: nos casos da Filha do Caos e da Cavaleira da Lua Negra, ainda dá para viajar até a fogueira apagada, só não dá para sair dela pelo mesmo caminho.
A Fandom confirma a mesma exceção na página da Cavaleira da Lua Negra: depois que ela morre, ainda é possível viajar até a fogueira com a Urna do Lorde. A regra prática fica assim: viajar para lá funciona, descansar não. Veja A Urna do Lorde para a lista completa de destinos.
A Fextralife acrescenta que matar a Filha do Caos deixa aquela fogueira inutilizável até o NG+, e que isso também fecha a entrada no pacto Servo do Caos. A Fandom faz o mesmo alerta sobre o pacto na página dela. Antes de pensar em tirar uma alma de uma Guardiã viva, vale saber exatamente o que se perde junto.
Por que todas são mulheres
Todas as Guardiãs confirmadas da série são mulheres. A Fandom observa que até a descrição genérica da alma se refere a cada Guardiã no feminino, e a Fextralife usa a mesma forma em todas as páginas. O texto oficial em português segue a mesma linha: fala sempre da alma dela e da fogueira dela.
O jogo nunca explica se a razão é cultural ou biológica, e a Fandom deixa isso registrado como uma pergunta em aberto. A única figura masculina que chega perto do papel é Yoel de Londor, em Dark Souls III, que também consegue fortalecer o protagonista, mas por outros meios. Ele aparece mais abaixo nesta página.
O preço de ser Guardiã
Toda Guardiã carrega algum mal grave. Anastacia não tem língua, e a Fandom registra que ela também não tem pés. A irmã de Quelaag está muito doente e deformada pela Chama do Caos. A Cavaleira da Lua Negra esconde sob o latão uma forma que o texto oficial chama de horrenda aparência. A Fextralife descreve os mesmos três quadros nas páginas de cada uma.
O texto oficial das almas explica a raiz do problema. A alma da Guardiã atrai a humanidade, e guardados em seus peitos, sob uma fina camada de pele, estão enxames de humanidade que se contorcem e retorcem. As duas wikis citam essa linha como a chave do tema: ser Guardiã é carregar dentro de si a humanidade que os outros oferecem.
Em Dark Souls III o preço vira cegueira. A Fextralife conta que as Guardiãs de Lothric são cegadas de propósito, e a Fandom diz o mesmo sobre a Guardiã sem nome do Santuário e sobre as antecessoras dela. Irina de Carim também é cega. O padrão se repete ao longo da série, sempre com um corpo que paga pela função.
Anastacia de Astora, a Donzela das Cinzas
Anastacia de Astora é a Guardiã do Santuário do Elo de Fogo. Ela fica numa cela abaixo da fogueira, descendo a escada à esquerda do Guerreiro Desalentado. A Fandom e a Fextralife usam o mesmo título para ela, a Donzela das Cinzas, e o texto oficial da alma dela diz exatamente isso: Alma da Donzela das Cinzas, Guardiã do Fogo do Santuário do Elo de Fogo.
No começo ela não fala. A Fandom explica que a língua dela foi removida, e o Guerreiro Desalentado comenta, nas duas wikis, que provavelmente cortaram a língua dela na vila de origem, para que ela nunca dissesse em vão o nome de um deus. Mesmo muda, ela reforça o frasco normalmente quando você entrega uma Alma de Guardiã do Fogo.
O conjunto que ela usa também conta a história. Os textos oficiais do Capuz encardido, da Túnica encardida e dos Manguitos encardidos dizem que as peças já foram brancas e escureceram com a fumaça e as cinzas das fogueiras ao longo dos anos. A saia manchada de sangue sugere que a antiga dona foi mutilada para não fugir. As duas wikis ligam esse conjunto à Anastacia.
A Fandom e a Fextralife registram que ela se considera impura. Quando volta a falar, ela pede desculpas pela própria língua e pede para ser deixada em paz. O texto oficial da alma levanta a dúvida de propósito: a Donzela das Cinzas foi trancada por alguma transgressão ou por vontade própria. O jogo não responde, e as duas wikis também não arriscam uma resposta.
Lautrec e o Orbe de olho negro
Anastacia corre perigo no meio do jogo. As duas wikis registram que, se o Cavaleiro Lautrec estiver no Santuário, ele a mata quando você toca os dois Sinos do Despertar ou pega as Almas de Guardiã do Fogo da Paróquia dos Mortos-vivos e da Cidade das Moléstias. A Fandom acrescenta que só Lautrec pode matá-la.
Com ela morta, a fogueira do Santuário apaga. Na cela ficam o conjunto encardido e o Orbe de olho negro. O texto oficial do orbe diz: invada o mundo do assassino de uma Guardiã do Fogo para derrotá-lo e resgatar a alma dela. A Fextralife avisa que o orbe começa a vibrar quando você chega a Anor Londo, perto da luta contra Ornstein e Smough, e é ali que a invasão acontece.
Ao vencer Lautrec, você recebe a alma de Anastacia. Basta voltar ao Santuário e interagir com a cela para que ela reviva e a fogueira acenda de novo. As duas wikis concordam que, depois disso, ela passa a falar. Se Lautrec morrer antes de matá-la, a Fextralife lembra que os conjuntos dele e dela ficam fora de alcance naquela partida.
Anastacia e a Urna do Lorde
Depois que você coloca a Urna do Lorde no altar e entrega a primeira Alma de Lorde ou fragmento, Anastacia acende a fogueira do Santuário ao máximo. A Fandom e a Fextralife descrevem o mesmo gatilho, e a fogueira passa a dar 20 cargas de Estus.
É também o momento em que ela fala da própria esperança. Ela diz que Frampt contou a ela que você concordou em unir o Fogo, e que, enfim, a maldição dos mortos-vivos será desfeita e ela poderá morrer humana. As duas wikis citam essa fala como a única vez em que Anastacia mostra o que espera da profecia. Veja Anastacia de Astora e A Urna do Lorde.
A Filha do Caos no Domínio de Quelaag
A segunda Guardiã é a irmã de Quelaag, uma das Filhas do Caos. Ela fica numa câmara escondida atrás de uma parede ilusória, depois da luta contra a Bruxa do Caos Quelaag. A Fextralife situa a passagem embaixo da segunda torre do sino, e a Fandom descreve a mesma câmara atrás da ilusão. Ela é ao mesmo tempo líder do pacto Servo do Caos e Guardiã da fogueira à frente dela.
Como a mãe, a Bruxa de Izalith, e as irmãs, ela foi transformada pela Chama do Caos. A Fandom conta que a irmã de Quelaag é gentil e tentou ajudar os servos atingidos por uma doença parasitária, contra a vontade de Quelaag, e que isso a enfraqueceu muito e a deixou cega. A Fextralife registra que a fala dela mostra uma doença tão avançada que ela confunde você com Quelaag.
Ninguém entende o que ela diz por meios normais. A Fextralife explica que, com o Velho anel de bruxa equipado, a fala dela fica compreensível, e a Fandom faz o mesmo registro. O texto oficial do anel ajuda a entender a piada: entalhado com caracteres indecifráveis, mas aparentemente inútil. Ele é inútil em quase todo o jogo, menos aqui. Veja Izalith e as filhas do Caos.
Eingyi, os ovos e a humanidade
Antes de chegar até ela, você passa por Eingyi, o portador de ovos que bloqueia o corredor. A Fextralife conta que ele pergunta se você é um novo servo e estranha a falta de ovos no seu corpo. O texto oficial do Relação de servos diz que Eingyi mantém a lista daqueles que servem sua mestra, uma Filha do Caos, e louva quem oferece muita humanidade para aliviar o tormento dela.
Oferecer humanidade dentro do pacto tem efeito visível. A Fandom diz que as pernas dela passam a se mexer com mais força, e a Fextralife dá o número: com cerca de 80 de humanidade oferecida, os membros dela se movem menos debilmente. A Fandom também observa que, em vez de um enxame sob a pele, são os ovos do Domínio de Quelaag que guardam a humanidade que a mantém viva como Guardiã.
Se você matá-la, ela deixa uma Alma de Guardiã do Fogo, e Eingyi fica hostil, embora não seja uma ameaça real. As duas wikis registram as duas coisas. Lembre também que a fogueira apaga e o pacto fecha. Veja Servo do Caos para as ofertas e recompensas.
A Cavaleira da Lua Negra
A terceira Guardiã cuida da primeira fogueira de Anor Londo. O texto oficial do conjunto de latão conta a origem dela: após se tornar Morta-viva, ela visitou Gwyndolin Sol Negro no Mausoléu das Profundezas Espiralantes, tornou-se uma Lâmina da Lua Negra e assumiu o dever de proteger a chama. A Fandom e a Fextralife repetem esse trecho como a biografia dela.
O Elmo de latão e o resto do conjunto foram concedidos para esconder sua horrenda aparência e ajudá-la a caçar os culpados. O texto oficial da alma dela completa a imagem: sob uma fina camada de pele há enxames de humanidade, e a armadura serve para disfarçar essa forma. A Fandom registra que o conjunto aparece na sala do milagre Lâmina de Luz Solar, depois da luta contra Gwyndolin.
Ela é a única Guardiã de Lordran que fala com clareza desde o começo, mas fala pouco. As duas wikis registram a mesma apresentação: ela diz que é a Guardiã da fogueira e que as fogueiras cuidadas pelas Guardiãs são especiais. Depois da Urna do Lorde, ela fala de Seath, o Descamado, que se virou contra os dragões antigos e transformou a Biblioteca do Duque num lugar de experimentos sinistros. Veja Seath e a Biblioteca do Duque.
Quando a Cavaleira vira inimiga
Ela é a única Guardiã da série que pertence a um pacto, a única que luta e a única que pode ficar hostil sem ser atacada. A Fandom resume assim: ela se volta contra você se você se mostrar uma ameaça aos Deuses. A Fextralife lista os gatilhos: atacar Gwyndolin Sol Negro ou atacar Gwynevere.
O lugar onde ela aparece depende do gatilho. As duas wikis concordam que, se você atacar Gwyndolin, ela fica hostil no ponto de sempre, ao lado da primeira fogueira de Anor Londo, e a fogueira não pode ser usada com ela por perto. Se Gwynevere for morta, a Fandom diz que ela aparece perto do elevador, e a Fextralife registra que, nesse caso, a fogueira volta a funcionar normalmente enquanto ela está do outro lado do mapa.
Membros da Lâmina da Lua Negra ganham falas novas com ela, e as duas wikis registram isso. Para quem quer manter a fogueira e o pacto, a recomendação prática é simples: não levante a arma em Anor Londo contra a família de Gwyn. Veja Lâmina da Lua Negra e Gwynevere, Princesa da Luz Solar.
As quatro almas sem dona
Além das três vivas, quatro Guardiãs já morreram antes de você chegar, e só as almas delas ficaram. A Fandom diz que não há nenhuma informação sobre elas, a não ser o lugar onde a alma de cada uma aparece, que provavelmente marca onde morreu. A Fextralife lista os mesmos quatro pontos.
Paróquia dos Mortos-vivos: no altar da igreja, guardada por um Cavaleiro de Berenike, segundo a Fextralife; a Fandom registra o altar.
Ruínas de Nova Londo: nas ruínas da cidade alagada, nas duas wikis.
Cidade das Moléstias: num poço de água, segundo a Fandom; a Fextralife lista a mesma área.
A Biblioteca do Duque: numa cela, segundo a Fandom; a Fextralife lista a mesma área.
O cuidado com a alma da Biblioteca
A alma da Biblioteca do Duque tem uma armadilha. A Fextralife avisa que ela pode ficar impossível de pegar se você usar o atalho que evita o primeiro encontro com Seath, porque a porta da cela não abre por outro caminho, e só no próximo NG ela volta a ser alcançável. A Fandom registra a cela como o local da alma.
Duas das quatro almas sem dona também são gatilho da morte de Anastacia, como já visto: as da Paróquia e da Cidade das Moléstias. Se você quer evitar a invasão a Lautrec, a ordem em que pega essas almas importa, e as duas wikis registram o mesmo gatilho.
O Dragão de Pedra no Lago das Cinzas
Bem abaixo de Lordran fica o Lago das Cinzas. No ponto mais distante da entrada há uma fogueira já acesa e acendida, que dá 10 cargas de Estus, exatamente como uma fogueira de Guardiã. A única criatura por perto é o Dragão de Pedra, descendente dos dragões eternos.
A Fandom levanta a hipótese de que o dragão seja uma Guardiã, e a Fextralife registra a mesma ideia na página do Lago das Cinzas: o Dragão de Pedra pode ser uma Guardiã, já que a fogueira próxima começa acesa e acendida. As duas wikis param aí, porque o dragão não fala, não pode ser morto, movido ou provocado, e por isso a ligação nunca se confirma. Veja Dragões e o Lago das Cinzas.
O papel das Guardiãs na profecia
A Fandom conta a origem do papel delas. Quando a Primeira Chama começou a se apagar, anunciando a Era das Trevas, Gwyn, o Lorde da Luz Solar, foi o primeiro a unir o Fogo, sacrificando-se para prolongar a Era do Fogo. Os Deuses de Anor Londo então espalharam uma profecia para que, um dia, outro morto-vivo juntasse poder parecido e repetisse o sacrifício.
As Guardiãs foram peça central desse plano, porque mantêm as fogueiras que sustentam a jornada. A mais importante é a do Santuário do Elo de Fogo, porta de entrada de Lordran para os mortos-vivos e encruzilhada para as áreas da jornada. A Fextralife lê o papel delas da mesma forma: elas tornam possível a viagem de quem vai cumprir a profecia.
As três vivas se colocam de jeitos diferentes diante disso. Anastacia vê a profecia como salvação e o fim da maldição como chance de morrer humana. A Cavaleira da Lua Negra serve Gwyndolin e empurra você para dentro de Anor Londo. A Filha do Caos nem sabe quem você é. As duas wikis registram essas três posições nas falas de cada uma. Veja A linha do tempo e A Primeira Chama.
Em Drangleic: as três irmãs
Em Dark Souls II, as Guardiãs quase somem do mapa. A Fandom diz que elas parecem ausentes de Drangleic, com uma exceção: três Guardiãs chamadas Strowen, Morrel e Griant vivem em Things Betwixt, a área que liga Drangleic ao resto do mundo. A Fextralife confirma que as três irmãs são conhecidas como as velhas Guardiãs e moram numa casa com a criada Milibeth.
As duas wikis concordam no papel delas: receber quem chega a Drangleic atrás da cura da maldição. A Fextralife registra que Strowen é a única das três que conversa com o jogador. A Fandom menciona ainda uma quarta irmã citada no jogo, talvez a velha da abertura, mas a Fextralife não registra essa irmã, e a identidade dela nunca é confirmada.
A Arauta Esmeralda
A Arauta Esmeralda, de Dark Souls II, ocupa o lugar de uma Guardiã sem que o jogo diga se ela é uma. A Fandom registra que algumas pessoas em Drangleic a consideram Guardiã, e a Fextralife cita o feiticeiro real Navlaan dizendo que muitos acreditam que ela seja a última Guardiã. É ela quem sobe o seu nível e reforça o Estus.
No fim da jornada ela revela o próprio nome, Shanalotte. As duas wikis citam a mesma fala: ela nasceu de dragões, foi criada por homens para ajudar a unir a Primeira Chama, e não saiu como pretendido. A Fextralife acrescenta que o nome foi dado pelo dragão antigo, porque ela nasceu sem nenhum. Ela não mostra nenhum mal visível, ao contrário das Guardiãs de Lordran.
Em Lothric: a Guardiã sem olhos
Em Dark Souls III, a Guardiã do Santuário do Elo de Fogo de Lothric não tem nome. A Fextralife a descreve como uma donzela cega, com uma coroa branca que cobre os olhos, e diz que ela sobe o nível do protagonista em troca de almas. A Fandom confirma a cegueira e registra que as antecessoras dela também foram cegadas.
A razão é a história dos olhos. A Fandom conta que a primeira Guardiã da história de Lothric teve uma visão do fim da Era do Fogo e do começo da Era das Trevas. A Fextralife diz que os Olhos de uma Guardiã encontrados nos Untended Graves são os olhos dessa primeira Guardiã, e que as Guardiãs são cegadas para não verem a traição escondida no ciclo do fogo.
Ludleth de Courland, um dos Lordes das Cinzas, entra nessa história. A Fandom diz que ele trabalhou com Lothric para que todas as Guardiãs seguintes fossem privadas dos olhos. A Fextralife registra que a Guardiã pergunta a você se Ludleth falou de assuntos curiosos, e que ele resume a condição dela numa frase: ela é como você, prisioneiros, os dois, mantidos para unir o fogo.
Guardiãs que não morrem
A Fandom diz que as Guardiãs de Lothric não conseguem morrer enquanto a Primeira Chama estiver se apagando, e que derrubá-las só as deixa mortas por pouco tempo. A Fextralife registra o mesmo na prática: a Guardiã pode ser morta, mas volta quando a área recarrega, sem perder nada e sem ficar hostil. Ela mesma diz, ao voltar, que não pode morrer.
No Santuário de Lothric também há uma torre com os corpos de muitas Guardiãs idênticas à atual, guias de todos que tentaram alcançar a Primeira Chama ao longo das renovações da Era do Fogo. A Fandom descreve essa torre, e a Fextralife confirma que a alma encontrada no alto dela permite que a Guardiã cure o Sigilo Sombrio do protagonista.
Irina de Carim
Irina de Carim é a prova de que algumas Guardiãs não nascem prontas. A Fandom diz que ela foi uma aspirante a Guardiã que não chegou a sê-lo, e a Fextralife registra a fala dela: veio para essa terra para ser uma Guardiã, mas se diz fraca e inadequada para cuidar das chamas. Ela é cega, e as duas wikis registram isso.
Ela viajou com Eygon de Carim, o cavaleiro designado para protegê-la, e acabou presa numa cela no Assentamento dos Mortos-vivos. As duas wikis concordam que Eygon prometeu matá-la se a escuridão a dominasse. A Fextralife conta que ela pede a quem a encontra que a toque, porque a escuridão a cerca e pequenas criaturas não param de morder.
O destino dela depende de você. A Fextralife explica que, se você comprar todos os milagres comuns sem comprar nenhum milagre sombrio, ela se torna uma Guardiã de verdade e passa a subir seu nível. Se comprar milagres sombrios, ela cai na escuridão. A Fandom registra o mesmo desfecho: ela pode virar Guardiã conforme as escolhas do jogador. A Fextralife também nota que o tormento de Irina ecoa o enxame de humanidade descrito na alma de Guardiã de Dark Souls.
Yoel de Londor e Rosaria
Yoel de Londor é um peregrino de Londor que não conseguiu morrer como estava previsto. As duas wikis registram que ele tem um talento que, em tese, seria exclusivo das Guardiãs: Draw Out True Strength, ou seja, fortalecer o protagonista. A diferença é que ele não cobra almas e marca o protagonista com um Sigilo Sombrio.
A explicação dele aparece nas duas wikis: os peregrinos de Londor sabem bem que quem carrega a Marca Negra possui algo especial. A Fandom observa que, por ser homem e quase certamente não ser Guardião, ele é o único personagem capaz de extrair a força de um morto-vivo fora desse papel.
Em Dark Souls III, a redistribuição de atributos também sai das mãos das Guardiãs. A Fandom diz que quem faz isso é Rosaria, Mãe do Renascimento, líder dos Dedos de Rosaria, e a Fextralife confirma que ela redistribui atributos em troca de Pale Tongues. Curiosamente, a Fextralife ainda compara o pacto de Rosaria ao Servo do Caos de Dark Souls: as duas líderes são servidas por criaturas híbridas e recebem oferendas de invasores.
Qual Guardiã usar
Na primeira partida, o mais simples é concentrar os reforços em Anastacia, porque ela fica no Santuário, o centro do mapa. As outras duas fazem o mesmo serviço: a Fextralife e a Fandom listam as três como capazes de reforçar o frasco, então você não perde nada entregando uma alma à Filha do Caos ou à Cavaleira da Lua Negra quando estiver por perto.
Pegue as almas da Paróquia e da Cidade das Moléstias sabendo que isso pode disparar Lautrec. Leve o Velho anel de bruxa se quiser ouvir a Filha do Caos. Não ataque Gwyndolin nem Gwynevere se quiser manter a Cavaleira como aliada. E guarde a alma de Anastacia até chegar à cela dela. Com esses quatro cuidados, as três fogueiras ficam acesas até o fim.
Próximo capítulo
Fontes e leituras






