Resumo
A grande feiticeira do fogo, uma das quatro que acharam as Almas de Lorde e mãe das Filhas do Caos.
A feiticeira
A Bruxa de Izalith é uma das criaturas que surgiram sob a terra depois da Primeira Chama. Com Gwyn, Nito e o Pigmeu Furtivo, encontrou uma das quatro Almas de Lorde.
Com o poder da alma, fundou uma civilização subterrânea e teve pelo menos sete filhos. As filhas usavam mantos negros de barra dourada para se proteger do fogo e dos venenos. Mãe e filhas estudaram o fogo e as almas e se tornaram feiticeiras do fogo.
A guerra
Na guerra contra os dragões, ela controlou as chamas com o poder da alma, queimando as árvores arqueadas e os dragões.
A Chama do Caos
Contém revelações da história — toque para mostrar
Movida pela ambição, ela tentou criar uma Primeira Chama própria a partir da sua Alma de Lorde. O resultado foi a Chama do Caos, que ela não conseguiu controlar. A Bruxa foi consumida e virou uma fera de fogo junto com duas filhas: o Berço do Caos, no fundo de Izalith Perdida.
O primeiro demônio foi o filho mais novo dela. Depois, a Bruxa e as filhas estabilizaram a nova chama e criaram os primeiros demônios de verdade, que viraram sacerdotes da Chama do Caos e aprenderam as feitiçarias do fogo.
Como ela era
A Fandom descreve a Bruxa de Izalith como uma figura humanoide altíssima, bem maior que os filhos e que os próprios catalisadores. Tinha lábios azuis, pele cinzenta e mãos queimadas por ter tirado a alma de dentro da Primeira Chama. Vestia uma versão mais refinada dos mantos negros de barra dourada que as filhas usam.
Esse manto é a peça de roupa mais antiga que você pode vestir no jogo. O texto oficial do Manto aurinegro diz que Quelana o usava antes mesmo da Era do Fogo, e que ele dá grande resistência a fogo, veneno e outros perigos. A Fextralife cita a mesma roupa ao falar das bruxas: mantos negros de barra dourada, usados por quem conjurava chamas em um mundo de lava.
A alma que ela encontrou
Tudo o que a Bruxa fez partiu da alma de Lorde. Na fala transcrita pelas duas fontes, Quelana diz que a mãe foi uma das Lordes primevas e que o poder dela veio da alma que encontrou perto da Primeira Chama. Fextralife e Fandom a colocam ao lado de Gwyn, de Nito e do pigmeu furtivo, os quatro que acharam as almas de Lorde.
A Fandom conta que, com essa alma, a Bruxa fundou uma civilização subterrânea, e a Fextralife diz que ela ergueu ali a capital Izalith. É por isso que o nome da Bruxa e o da cidade são o mesmo: Izalith era a cidade dela, e ela era a cidade.
A feitiçaria das chamas
Antes da piromancia, a Bruxa e as filhas tinham uma arte própria. O texto oficial do Catalisador de Izalith diz que ele foi usado pela Bruxa eras atrás, quando as filhas ainda eram bruxas das chamas, e que as varinhas delas conjuravam feitiços antes do surgimento da piromancia. Esse conhecimento, diz o texto, há muito se perdeu.
A Fandom acrescenta um detalhe curioso: o catalisador escala com Fé, o que sugere que as bruxas das chamas eram também xamãs, com uma reverência profunda pela natureza e pelo fogo. A Fextralife fala da mesma arte ao descrever as filhas como feiticeiras talentosas que conjuravam chamas.
A Bruxa na guerra
Na guerra contra os dragões ancestrais, a Bruxa usou o poder da alma diretamente. A Fandom diz que ela manipulava as chamas com a alma de Lorde, destruindo as arquiárvores e queimando os dragões. O texto oficial da Tormenta de fogo, piromancia primeva de Quelana, guarda a memória dessas chamas: lembram as que as Filhas do Caos conjuraram quando desafiaram os dragões ancestrais e abrasaram a terra por completo.
A Fextralife fecha o quadro: depois de várias vitórias, e com Seath, o Descamado, mudando de lado para apoiar Gwyn, os dragões foram derrotados. Gwyn ficou com o reino dos homens na superfície. A Bruxa levou as filhas para baixo da terra. Veja A Era do Fogo.
A mãe de muitos
A Bruxa teve muitos filhos. A Fandom fala de pelo menos sete e lista os nomes que o jogo deixa ver: Quelaag, a irmã dela, Quelana, a mais velha das Filhas do Caos, a inimiga Filha do Caos de Izalith Perdida, o corpo vestido de aurinegro na sala do Alastramento Incessante e o próprio Alastramento Incessante, o filho caçula. As duas raízes do Berço do Caos também são filhas, fundidas à mãe.
A Fextralife confirma o filho caçula e conta a história do anel. O texto oficial do Anel de pedra laranja diz que, como as feridas dele foram inflamadas pela lava desde o nascimento, as irmãs deram a ele esse anel especial. Ele o deixou cair, e do ponto de impacto surgiu um terrível demônio-centopeia.
A ambição
O erro da Bruxa foi querer uma chama própria. O texto oficial da Tempestade de caos diz que a Bruxa de Izalith, em sua ambiciosa tentativa de recriar a Primeira Chama, criou em vez disso a Chama do Caos, um distorcido berço de vida. A Fextralife diz que ela usou a própria alma de Lorde para isso, e a Fandom descreve a mesma tentativa como fruto de ambição e arrogância.
Quelana fala da mãe com uma mistura de dor e julgamento. Na fala transcrita pelas duas fontes, ela diz que a mãe concentrou esse poder para acender uma chama própria, mas não conseguiu controlá-la, e que a Chama do Caos engoliu a mãe e as irmãs e as moldou em criaturas deformadas. Mais tarde, ela admite que as ambições da mãe foram equivocadas, sem dúvida, mas pede que mil anos de expiação bastem.
Duas quedas
A Fandom conta a queda de Izalith em duas etapas. Na primeira, a Chama do Caos saiu do controle e criou o primeiro ser distorcido, o filho caçula. Depois disso, a Bruxa e as filhas conseguiram estabilizar a nova força e gerar os primeiros demônios de verdade, que chegaram a ser sacerdotes da Chama do Caos.
Na segunda, a Bruxa tentou ter ainda mais controle sobre a chama e o perdeu de vez. O Caos engoliu a Lorde e as filhas e queimou a cidade junto com elas. A Fextralife descreve o resultado do mesmo jeito: a Bruxa e as filhas foram engolidas e moldadas em criaturas deformadas, todas menos Quelana.
O Berço do Caos
O que sobrou da Bruxa é o Berço do Caos. A Fextralife descreve a alma dela como a alma do Berço do Caos e da mãe de todos os demônios: uma alma de Lorde achada no alvorecer da Era do Fogo, cujo poder formou um berço de vida que virou a fonte de todos os demônios, e que é mais que suficiente para saciar a Urna do Lorde.
A Fandom descreve a forma física: uma criatura monstruosa e lenhosa, presa à sala do trono no centro da cidade, fundida a duas filhas, com o corpo original da Bruxa reduzido a um inseto sob as raízes. Veja Izalith e as filhas do Caos.
A cidade em volta dela mostra o mesmo estrago. O texto oficial da Tempestade de caos diz que essa arte ergue pilares de fogo caótico, e o da Grande bola de fogo caótico diz que a Chama do Caos funde rochas e cria acúmulos de lava. A Fextralife e a Fandom descrevem Izalith Perdida como a cidade engolida por essa chama. O mar de lava que você atravessa até a sala do trono é, literalmente, a ambição da Bruxa ainda queimando depois de mil anos.
A filha que fugiu
Quelana é a única filha que olha para a Bruxa de fora. Na fala transcrita pelas duas fontes, ela diz que abandonou a mãe e as irmãs e fugiu, e que agora vaga pelo pântano fingindo buscar purificação e respostas. Quando alguém pergunta pela mãe, ela pede que não se fale dela.
A culpa dela vira um pedido. Quelana conta que a mãe e as irmãs sofrem dentro da Chama do Caos desde aquele dia e implora que você as liberte, porque ela mesma não tem força nem coragem para isso. É o único momento do jogo em que alguém pede a morte de um Lorde por pena, e não por dever.
O conselho que Quelana dá a quem aprende piromancia com ela é o retrato da mãe ao contrário. Na fala transcrita pelas duas fontes, ela diz que é preciso sempre temer a chama, para não ser devorado por ela e se perder, e que odiaria ver isso acontecer de novo.
A guerra que veio depois
A queda da Bruxa não ficou só em Izalith. A Fandom conta que o colapso da cidade levou Gwyn a fazer guerra contra os demônios do caos, e que os cavaleiros dele saíram dessa guerra crestados. O texto oficial do Escudo de cavaleiro negro confirma: eras atrás, os cavaleiros negros enfrentaram os demônios do caos e foram crestados em preto, mas os escudos ficaram muito resistentes a fogo.
A Fextralife registra o mesmo escudo e a mesma guerra. Segundo a Fandom, os cavaleiros não conseguiram destruir o Berço do Caos e só empurraram os demônios para o subterrâneo. A Bruxa continuou lá embaixo, gerando filhos de fogo, até o Morto-vivo Escolhido chegar. Veja Os Cavaleiros Negros.
As armas da família
Os filhos da Bruxa deixaram artes e armas que ainda contam a história dela. O texto oficial do Açoite de fogo caótico diz que ele é uma arte da Chama do Caos, que consumiu a Bruxa de Izalith e as filhas, e que era brandido pela mais velha das Filhas do Caos. A Alma de Quelaag, segundo o texto oficial, contém todos os aspectos do caos.
Dessa alma saem duas armas. A Fúria de Quelaag é, no texto oficial, cascuda, espinhosa e revestida de fogo caótico, como o corpo de Quelaag. A Lâmina do caos herda a natureza caótica dela e faz o portador perecer junto com os oponentes. Fextralife e Fandom listam as duas como heranças diretas da família da Bruxa.
A madrinha da piromancia
A Bruxa é lembrada pelos humanos de um jeito bem diferente do que a ruína dela sugere. Laurentius do Grande Pântano, na fala transcrita pelas duas fontes, diz que a Bruxa de Izalith, uma das Lordes lendárias, é a madrinha da piromancia, e que por isso os piromantes ganham certo respeito em Lordran.
A Fextralife explica a ligação: a criação da Chama do Caos levou ao nascimento da piromancia. O texto oficial das artes do Caos confirma que elas vêm da chama que consumiu a Bruxa e as filhas. A Grande bola de fogo caótico, por exemplo, lança uma bola de fogo capaz de fundir rochas e criar acúmulos temporários de lava.
O Caos e a humanidade
A Fandom levanta uma teoria sobre o experimento da Bruxa: ela pode ter usado a Alma Negra como ingrediente extra. As pistas que a Fandom cita aparecem também na Fextralife: armas caóticas e a Fúria de Quelaag ficam mais fortes com humanidade, e uma das filhas virou Guardiã do Fogo, capaz de atrair e usar humanidade.
O texto oficial do Braseiro de fogo caótico confirma uma parte disso: armas caóticas são armas demoníacas aprimoradas por humanidade. O resto continua como teoria. O jogo nunca diz o que a Bruxa colocou na chama, só mostra o que saiu dela.
O que a Bruxa deixa para trás
Ao derrotar o Berço do Caos, você toma a alma de Lorde da Bruxa e a oferece à Urna do Lorde. É uma das quatro almas que o caminho de Frampt exige. Fextralife e Fandom registram o mesmo desfecho: o Morto-vivo Escolhido desce até a sala do trono de Izalith Perdida e mata a Lorde para levar a alma.
O legado dela, porém, continua vivo fora das ruínas. A piromancia que você usa, os demônios que você enfrenta e a irmã de Quelaag, que cuida da fogueira do Domínio de Quelaag, vêm todos da mesma mulher e da mesma chama errada. Veja A Chama do Caos e Os demônios.
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Fontes e leituras






