Resumo
As árvores de pedra da Era dos Antigos. Quase todas caíram na guerra contra os dragões.
O que são
Na Era dos Antigos, antes da Primeira Chama trazer vida e diferença, o mundo era rocha cinzenta. As arquiárvores existiam ao lado dos dragões eternos: enormes, de pedra, meio vivas e meio minerais, com raízes muito fundas e troncos que tocavam o céu.
A madeira de pedra delas resistia muito bem à magia.
A guerra
Quando os Lordes saíram de baixo da terra para tomar o mundo dos dragões, as arquiárvores caíram junto. Izalith e as filhas queimaram tudo com tempestades de fogo, Nito espalhou a podridão da morte e Gwyn atacou com raios. No fim, quase não sobraram dragões nem arquiárvores.
O que restou
Algumas sobreviveram. No Lago das Cinzas, várias seguem de pé e abrigam o Dragão de Pedra. A cidade de Izalith foi erguida em volta da estrutura de uma arquiárvore sobrevivente.
As árvores gigantes de Lordran são descendentes distantes delas. Por isso escudos como o Escudo redondo de caduceu herdam a resistência à magia. Gough entalha as cabeças dele em madeira de arquiárvore.
Leituras dos fãs
Contém revelações da história — toque para mostrar
Há quem leia a Primeira Chama como algo que nasceu dentro de uma arquiárvore. Em Dark Souls III, a Fornalha aparece no centro de uma arquiárvore morta, cortada ao meio. E Izalith fez sua cópia da chama dentro da árvore no centro da cidade.
A madeira de pedra nas descrições
As arquiárvores quase não aparecem inteiras, mas a matéria delas está espalhada por itens do jogo. O Escudo redondo de caduceu explica a herança:
> As árvores gigantes de Lordran são descendentes distantes das grandes arquiárvores de pedra.
> Este escudo herda as propriedades delas e sua madeira é altamente resistente a dano mágico.
Os demônios também usaram esse material. O Grande martelo demoníaco é descrito como uma arma criada por demônios a partir das arquiárvores de pedra, usada pelos demônios inferiores no Asilo dos Mortos-vivos do Norte. É a arma que o Demônio do Asilo pode deixar cair se você o derrotar já no primeiro encontro, antes de buscar o equipamento.
As cabeças de Gough
Preso em Oolacile, Gough Olhos de Falcão passou o tempo entalhando rostos. Todas as descrições dos entalhes começam igual:
> Cabeça entalhada em arquiárvores por Gough em seu cárcere. Gough coloca emoção em cada entalhe completado, o que o ajuda a obter iluminação pessoal.
> Quando uma cabeça é perturbada, ela fala, refletindo a emoção a ela conferida.
São cinco ao todo: olá, obrigado, Muito bom!, desculpe e Ajude-me!. Gough vende dois deles quando você fala com ele. Para um gigante cego e esquecido, a madeira mais antiga do mundo virou o único meio de deixar algo de si.
Dentro de uma árvore gigante
O lugar onde mais se sente o tamanho dessas árvores é O Grande Algar. A entrada fica no pântano venenoso do fundo da Cidade das Moléstias, numa raiz enorme que sobe como rampa, e duas paredes ilusórias escondem o caminho.
Lá dentro, a descida é toda feita por galhos e raízes entrelaçados, com Basiliscos que amaldiçoam e cogumelos gigantes no lugar dos galhos mais baixos. Logo no começo, um cadáver dentro do tronco oco guarda o Anel frondescente.
No pé da árvore fica a passagem para o Lago das Cinzas, onde as arquiárvores continuam de pé como na abertura do jogo. Quem desce o Grande Algar está, na prática, refazendo o caminho até a Era dos Antigos.
As arquiárvores do Lago das Cinzas
No Lago das Cinzas, uma faixa longa de areia liga as arquiárvores sobreviventes, cercadas por água escura e um céu fechado de nuvens. A praia termina de repente e não dá para nadar.
Do Tumba dos Gigantes dá para avistar essas árvores ao longe. Na própria praia, o milagre Grande barreira mágica fica num cadáver no caminho entre elas, e as duas Escamas de dragão da Hidra e as outras três dos cadáveres também estão por ali.
A última arquiárvore da praia abriga uma fogueira e o Dragão de Pedra. Ou seja, o último dragão que aceita fiéis vive dentro de uma das árvores que dividiam o mundo com ele antes do fogo.
Fontes e leituras





