Resumo
Terra de gente devota e de segredos sombrios. O reino de Lautrec, Oswald e do conde Arstor.
Sem escudo
Os cavaleiros de Carim ficaram famosos por lutar sem escudo. No lugar dele, usavam a Adaga aparante para desviar golpes.
Arstor, o Conde de Carim
Criou o Shotel, uma espada curva que contorna a defesa do escudo.
Encomendou os anéis devoradores, como o Anel devorador de maldição. Eles protegem contra males graves, mas a forma como foram feitos cercou-os de boatos terríveis.
Guardava em segredo a Pedra da purificação. Ela não acaba com a maldição: recebe a maldição no lugar de quem a usa. A descrição sugere que a pedra já foi uma pessoa.
Os perdoadores de Velka
Oswald de Carim é um perdoador a serviço de Velka, a Deusa do Pecado. Ele ouve a confissão de quem pecou e oferece absolvição. Ele também vende os anéis devoradores.
Outros rastros
A Besta de atirador era a arma dos atiradores de Carim.
O Anel de lágrima vermelha, feito de uma pedra de Carim, aumenta o ataque quando a vida está baixa.
Lautrec também vem de lá.
Uma terra que só existe nos itens
Você nunca pisa em Carim. O reino aparece apenas em quem vem de lá e nas armas, anéis e pedras que levam o seu nome. Mesmo assim, o retrato é coerente: uma terra de gente devota, de cavaleiros que dispensam escudos e de artefatos cuja origem ninguém quer explicar em voz alta.
Os cavaleiros sem escudo
A Adaga aparante resume o estilo de luta de Carim. A descrição diz que ela "é valorizada pelos cavaleiros de Carim, famosos por lutarem sem escudos" e que "costuma ser equipada na mão esquerda", sendo especialmente útil após aparagens. Em vez de bloquear, o cavaleiro de Carim desvia o golpe e responde.
A Besta de atirador mostra outra face do exército. É uma "avantajada besta de longo alcance utilizada por atiradores de Carim" e, diferente da maioria das bestas, requer destreza.
Arstor, o Conde de Carim
Arstor é a figura mais citada do reino, e nunca aparece. O Shotel foi "criado por Arstor, Conde de Carim": uma espada curva de lâmina especialmente recurvada que "requer grande habilidade para ser brandida, mas esquiva-se de escudos para causar dano". Uma arma pensada para vencer exatamente a defesa que os cavaleiros de Carim dispensavam.
Os anéis devoradores são a herança mais famosa dele. Há três: o Anel devorador de sangue, o Anel devorador de veneno e o Anel devorador de maldição. Todos são "um dos infames anéis devoradores encomendados por Sir Arstor de Carim", e todos repetem o aviso: "Apesar dos terríveis rumores relacionados à sua criação, este anel é indiscutivelmente valioso".
A Pedra da purificação é o segredo mais sombrio. É uma "pedra cor de cinza que guarda um crânio" e o "tesouro secreto de Arstor, o Conde de Carim". Ela "não dissipa maldições, mas as recebe como substituta. A própria pedra já foi uma pessoa ou algum outro ser." Somada aos rumores dos anéis, a imagem de Arstor é a de um nobre que obteve proteção à custa de alguém.
A lágrima de pedra
O Anel de lágrima vermelha também vem do reino: "Esta lágrima de pedra vermelha de Carim aumenta o ataque de seu portador em situações de perigo." A joia, diz a descrição, "possui a singular habilidade de sentir a iminência da morte".
Oswald e a fé de Velka
Oswald de Carim, que você encontra no alto do campanário da Paróquia dos Mortos-vivos, é um perdoador a serviço de Velka, a Deusa do Pecado. A Máscara de Velka explica o ofício: "Os perdoadores ouvem as confissões dos pecadores, encorajando reflexão e salvação. Suas máscaras simbolizam renúncia aos anseios mundanos."
As Luvas de perdoador lembram que a vestimenta é "uniformemente preta" e imbuída no poder místico de Velka. E a Rapieira de Velka avisa que o perdoador não é só um religioso: "O Perdoador é um espadachim inumano que brande esta encantada lâmina com uma técnica especial."
Oswald também vende os anéis devoradores de Arstor. Um homem que oferece salvação vende, sem constrangimento, objetos de origem que ninguém quer explicar.
Lautrec
O Cavaleiro Lautrec é o filho mais conhecido de Carim. O Elmo da benevolência, dele, representa "o amor da Deusa Fina": "Em sua solidão, ele abandonou tudo, pois acreditava no amor da Deusa por ele." Devoto, sim, mas de um jeito que justifica qualquer traição, como você descobre quando ele mata a Guardiã do Fogo do Santuário do Elo de Fogo.
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Fontes e leituras





