Resumo
Terra de nobres, cavaleiros e artesãos. De lá vêm algumas das pessoas que mais ajudam você em Lordran.
Uma terra refinada
Astora é lembrada como uma terra nobre e culta, cheia de sangue real. Seus artesãos eram tão bons que criaram aparelhos avançados, como o Binóculo que você encontra na jornada.
Os cavaleiros de elite
Os cavaleiros de elite de Astora se destacavam pelo azul. Usavam escudos encantados, como o Escudo brasonado e o Escudo de brasão draconiano, que protegem contra magia e fogo. A Espada reta de Astora carrega uma bênção poderosa.
Oscar, o cavaleiro que vai ao Asilo para libertar você, era um deles.
O Olho Maligno
Há muito tempo, uma fera sombria devastou Astora até ser morta pela espada de um cavaleiro nobre. O espírito dela ficou preso num anel: o Anel do Olho Maligno, que recupera vida a cada inimigo derrotado.
Quem você encontra
Solaire de Astora, o cavaleiro do sol.
Anastacia de Astora, a Guardiã do Fogo do Santuário.
Andre de Astora, o ferreiro da Paróquia dos Mortos-vivos.
Oscar de Astora, no Asilo.
Ricard, o príncipe morto-vivo, lembrado na Rapieira de Ricard: nasceu na realeza e virou morto-vivo.
O cavaleiro sem nome do asilo
As peças de cavaleiro de elite formam a armadura de Oscar, e a descrição oficial de cada peça repete a mesma história. O Elmo de cavaleiro de elite, a Armadura de cavaleiro de elite, as manoplas e as grevas pertenceram a um cavaleiro sem nome, que provavelmente era de alta patente em Astora. Embora relutasse em abandonar a missão de Mortos-vivos, ele acabou perecendo no Asilo dos Mortos-vivos do Norte e se tornou Vazio.
Fextralife e Fandom ligam essa descrição a Oscar. A armadura azul, com o símbolo heráldico que protege do fogo, é a marca dos cavaleiros de elite de Astora, e o cavaleiro que solta você da cela veste exatamente esse conjunto.
É também a primeira morte que o jogo mostra de perto. Oscar joga um cadáver com a Chave de cela de calabouço para dentro da sua cela, e depois você o encontra ferido de morte. Ele conta a profecia, entrega o Frasco de Estus e a chave do segundo andar, e pede para morrer sozinho, com medo de machucar você quando virar Vazio. Se você voltar ao asilo mais tarde, ele está no mesmo lugar, agora um inimigo Vazio. As duas wikis registram o reencontro.
Os escudos azuis
Os escudos dos cavaleiros de elite são a prova de que Astora levava a guerra a sério. O Escudo brasonado e o Escudo de brasão draconiano têm a mesma origem na descrição oficial: escudo de um cavaleiro sem nome, que provavelmente era de alta patente em Astora, um dos encantados escudos azuis. O primeiro é altamente resistente a dano mágico, o segundo a dano ígneo.
A Espada reta de Astora fecha o conjunto do cavaleiro. A descrição diz que ela pertenceu a um cavaleiro desconhecido, provavelmente um dos superiores de Astora, e que é uma arma de alta qualidade dotada de uma poderosa bênção. Fandom e Fextralife resumem essas peças da mesma forma: escudos encantados contra fogo e magia, espadas de qualidade abençoadas.
Artesãos e aparelhos
Astora não era só terra de cavaleiros. O Binóculo é a melhor prova do lado culto do reino. A descrição oficial diz que ele é feito de latão e foi construído por um famoso artesão de Astora, que a utilidade dele é singular, mas as aplicações são muitas, e que o valor do item depende muito da imaginação do dono.
As duas wikis citam o Binóculo pelo mesmo motivo: um aparelho avançado como esse só sai de um reino rico, com tempo e ofício para coisas que não servem para a guerra.
Os astorianos de Lordran
Muita gente de Astora atravessou o caminho até Lordran. Cada um ajuda o morto-vivo escolhido de um jeito, e quase todos pagam caro por isso.
Solaire de Astora, o Cavaleiro da Luz Solar, é o rosto mais conhecido do reino. A descrição da Armadura do sol diz que o grande símbolo sagrado foi pintado pelo próprio Solaire e não tem poder nenhum, e que a proeza dele vinha só do treinamento rigoroso, já que o equipamento não tem nenhuma característica especial. A Espada reta da luz solar confirma: é uma espada longa padrão, bem forjada e bem cuidada, que dificilmente faz jus ao nome grandioso.
Andre de Astora trabalha no porão da Antiga Igreja, entre a Paróquia dos Mortos-vivos e o Jardim da Raiz Negra. A descrição do Martelo de ferreiro diz que ele é mais útil nas mãos do seu talentoso dono. Com o braseiro certo, Andre reforça armas por caminhos novos, e é ele quem manda você atrás do ferreiro divino quando alguém empaca nas Catacumbas. Fextralife e Fandom registram a mesma fala.
Anastacia de Astora é a Guardiã do Fogo do Santuário do Elo de Fogo. Ela fica numa cela abaixo da fogueira e, no começo, não fala: a língua dela foi arrancada. Ela reforça o Frasco de Estus em troca de uma Alma de Guardiã do Fogo.
Ricard, o Príncipe Morto-vivo, é encontrado Vazio no alto de uma torre da Fortaleza de Sen, armado com a rapieira e um arco longo. A Rapieira de Ricard conta que ele nasceu na realeza, vagou pelas terras numa jornada fatal e mal concebida e, depois de virar morto-vivo, desapareceu ao norte.
A Guardiã e o assassino
A história de Anastacia mostra como Lordran trata quem veio de Astora. Se o Cavaleiro Lautrec estiver no Santuário, ele mata a Guardiã quando você toca os dois sinos ou recolhe as almas de Guardiã do Fogo da Paróquia e da Cidade das Moléstias. Fextralife e Fandom descrevem os mesmos gatilhos.
Na cela vazia fica o Orbe de olho negro. A descrição oficial diz que ele foi encontrado no corpo de uma Guardiã e serve para invadir o mundo do assassino de uma Guardiã do Fogo, derrotá-lo e resgatar a alma dela, e que o olho negro mantém vigília constante sobre Anor Londo. Vencendo Lautrec por lá, você leva a alma de volta à cela e Anastacia volta à vida.
Só depois disso ela fala. As primeiras palavras dela são para se apresentar como Anastacia de Astora e pedir desculpas pela língua impura. Mais tarde, quando você aceita ligar o Fogo, ela agradece: finalmente a maldição dos mortos-vivos será retirada e ela poderá morrer humana.
Um reino a serviço do Fogo
Astora vive à sombra de Anor Londo. Fandom descreve o reino como fortemente influenciado pela cultura dos deuses e fiel à ideia de prolongar a Era do Fogo, e Fextralife aponta o mesmo traço nos astorianos que você conhece: a fé de Solaire no Lorde Gwyn e no sol, a dedicação de Anastacia e de Andre a quem chega a Lordran atrás da Chama.
A própria profecia passa por Astora. Foi um cavaleiro do reino que desceu ao asilo para libertar um morto-vivo capaz de peregrinar até Lordran e ligar a Primeira Chama. Quase todo astoriano da história acredita nesse plano até o fim, e quase todo termina Vazio ou morto por ele.
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Fontes e leituras



